sábado, 16 de maio de 2015

Óvni em jogo de futebol tornou professor de química o maior ufólogo do país

02/02/2015 - UOL

Adriano Wilkson

Acervo Pessoal
Ufólogo Ademar Gevaerd largou tudo para perseguir os rastros de ETs no planeta Terra
Ufólogo Ademar Gevaerd largou tudo para perseguir os rastros de ETs no planeta Terra

Trinta e três anos depois ainda é difícil explicar sem soar meio fora de órbita o que aconteceu no céu de Campo Grande na noite de 6 de março de 1982. Naquele sábado o Vasco tinha ido visitar o Operário pelo Campeonato Brasileiro, mas o que ficou do jogo, vencido pelo time da casa por 2 a 0, foi um vulto luminoso estranho voando acima da arquibancada do estádio.

Nas três décadas seguintes, tão numerosos quanto as estrelas no universo, surgiriam relatos de gente que olhou para cima e viu algo que eles não sabem dizer o que é.

Maria das Dores, uma torcedora fanática do time da casa, viu. Marquinhos Tavares, futuro cartola da federação de futebol local, viu. O lateral Cocada, do Operário, foi um dos que mais viram. O juiz José de Assis Aragão viu, mas não interrompeu o jogo. Alberto Pontes Filho, funcionário do estádio, também viu. O zagueiro Rondinelli, do Vasco, viu só um pouco.

Eis o que eles viram, ao se tirar o denominador comum a todos os relatos: uma luz forte, aparentemente vinda de um grande objeto que não era nem um avião, nem um helicóptero, nem nada produzido por mãos humanas, cruzando rapidamente o horizonte noturno acima do estádio Morenão.

Não havia barulho, não havia fumaça, não havia lógica: havia apenas uma velocidade de movimento que deixou quase todo mundo embasbacado.

Não houve imagens também, fotográficas ou de vídeo. Os cinegrafistas da TV Globo, que transmitia a partida, disseram que seu equipamento era muito pesado para que eles pudessem virá-lo ao céu tão rápido.

Não se sabe de alguém na arquibancada que estivesse com uma câmera fotográfica pendurada no pescoço, mas isso é altamente improvável: estamos falando do começo da década de 80.

Não há registros, mas mesmo sem registros, é possível fazer História.

A coisa voando no céu aconteceu no primeiro tempo, diz a maioria das testemunhas. No intervalo, a torcida só falava daquilo. No vestiário, os jogadores só falavam daquilo. Muitas hipóteses foram levantadas para explicar o que era aquilo, mas ninguém tinha muita certeza.

Na edição preparada no dia seguinte, o jornal "Correio do Estado", manchetou, sem meias palavras: "Um OVNI, espetáculo na capital". À reportagem controladores de tráfego aéreo do aeroporto local confirmavam a visão de luzes estranhas no céu. A aeronáutica confirmava que não havia voos previstos para o horário.

A ausência de uma explicação oficial fez parte da população confirmar algo que era repetido ora como drama, ora como farsa: naquela noite, Campo Grande tinha mesmo sido visitada por uma nave espacial tripulada por seres extraterrestres.  

Reprodução

A 564 km dali, Ademar José Gevaerd estava datilografando em sua velha Olivetti e não testemunhou o fenômeno que mudaria sua vida para sempre. Ele tinha 20 anos, dava aulas de química em cursinhos de Maringá, no Paraná, tentava concluir a graduação e conservava uma paixão profunda por discos voadores.

Naquela noite, recebeu uma ligação de Campo Grande. Era seu professor de matemática, um sujeito que sempre tirava sarro da seriedade com que Gevaerd tratava seus estudos sobre a vida extraterrestre.

Do outro lado da linha, o ceticismo do professor tinha se transformado em espanto. "Você não vai acreditar no que eu acabei de ver", disse ele. E começou a descrever os objetos voadores que tinham dançado sob o céu da sua casa enquanto ele aparava a grama do jardim.

Gevaerd ficou maluco. Não demorou até que ele se mudasse – de mala, cuia e livros de ufologia – para Campo Grande, onde entrevistaria centenas e centenas de pessoas que naquela noite viram o que, ele tem certeza, eram naves espaciais.

Foi a primeira grande pesquisa daquele que muitos consideram o maior ufólogo brasileiro. Quatro anos depois, ele fundaria a "Revista UFO", a única no Brasil dedicada a divulgar e investigar as aventuras dos alienígenas em nosso planeta.

Desde então, o pesquisador tem sido a principal referência brasileira entre os ufólogos considerados sérios. Sua vida é quase inteiramente dedicada ao acúmulo de conhecimento sobre o que ele chama de "manifestações incontestáveis de vida inteligente alienígena".

Gevaerd participa de congressos internacionais onde descreve os casos de avistamento de óvnis no Brasil. Ele viaja o país inteiro atrás desses relatos. Vai a programas de TV onde é sabatinado por acadêmicos céticos e às vezes se vê acuado diante de evidências científicas sobre a impossibilidade de viagens interestelares.

Entra em debates acalorados com ufólogos que ele considera charlatões e já chegou a ser processo por seus desafetos. Um deles é Urandir Fernandes de Oliveira, conhecido por se dizer o porta-voz no planeta Terra do ET Bilu.

Gevaerd considera Urandir um picareta e diz que Bilu era o nome de um gato que ele, Gevaerd, tinha em Campo Grande.

Segundo ele, Urandir criou o ET Bilu só para provocá-lo. Os dois se desprezam e se ofendem em fóruns e sites de ufologia.

Gevaerd está atualmente organizando um congresso de pessoas que dizem ter sido abduzidas por ETs, pessoas que dizem ter sido levadas a planetas distantes em viagens por dentro de buracos de minhoca.

Às vezes, ele é tomado por maluco. Mas não se importa. Trinta e três anos depois do aparecimento daquelas luzes sobre os jogadores de Operário x Vasco, Gevaerd está levando a vida que pediu aos céus, estudando discos voadores, teorizando sobre civilizações de outros planetas, derrubando fraudes, produzindo conhecimento. "Eu acho que nasci para isso", diz ele. 

Divulgação/Revista UFO
Gevaerd analisa agroglifo em Santa Catarina

Mas existe um problema conceitual nessa história. Por definição, óvni é um "objeto voador não identificado", mas ufólogos como Gevaerd não hesitam em identificar esses objetos como naves espaciais alienígenas.

A maioria das testemunhas do "caso Morenão" consultadas pela reportagem confirma ter visto luzes inexplicáveis dançando no céu naquela noite, mas ninguém avança a grandes conclusões sobre a origem dessas luzes.

"Eu vi um facho de luz muito rápido no céu, mas não com muita clareza como algumas outras pessoas", afirma Rondinelli, zagueiro do Vasco naquele jogo. "O pessoal começou a dizer que era disco voador, que era chupa-cabra, mas eu não tenho condição de dizer o que era."

Marquinhos Tavares, que tinha 14 anos na época, vai só um pouco além: "Não sei se era um disco voador, mas com certeza não era coisa conhecida no nosso planeta. Ele voava muito rápido e parava de repente, ficava ali parado no ar, e voava de novo. Nem hoje isso seria impossível, imagina naquela época!"

"Era uma luz muito, muito forte, nunca vi igual", diz Cocada, ex-lateral do Operário. "Não posso afirmar que era um disco voador, mas não podia ser avião. Era grande, ficou uns dez segundo em cima do estádio e de repente sumiu. Foi uma coisa impressionante!"

Alguns ufólogos mais próximos do campo científico admitem que alguns fenômenos são inexplicáveis para os métodos e conhecimentos produzidos pela humanidade até hoje. Mas eles param por aí.

Ricardo Varela, que é engenheiro eletrônico, tem doutorado em computação e trabalha no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – uma espécie de Nasa brasileira – acredita que existem "indícios muito sensíveis" de que estamos sendo visitados por seres alienígenas, mas evita falar com absoluta certeza que óvnis são naves espaciais extraterrestres, dada a ausência de provas irrefutáveis.

"Alguns fenômenos já foram ligados a óvnis no passado e depois passaram a ser explicados pela física, na medida em que fomos conhecendo melhor o funcionamento da atmosfera", diz ele. "Coisas que são inexplicáveis hoje podem vir a ser perfeitamente explicáveis em alguns anos."

O psicólogo Leonardo Martins, doutorando na Universidade de São Paulo, fez um estudo detalhado com pessoas que dizem ter tido contato com discos voadores ou sido abduzidas. Ele chegou a duas conclusões importantes. Primeiro, elas não são loucas, ou seja, não têm sinais de distúrbios ou patologias mentais. Segundo, muitas costumam saltar às conclusões rapidamente.

"Às vezes você vê o mesmo fenômeno, mas a interpretação sobre ele varia de acordo com a bagagem cultural e trajetória de cada pessoa que o testemunhou", ele afirma.

Divulgação / UFMS

Estádio Morenão, em Campo Grande, palco de Operário 2 x 0 Vasco em 1982
Versões

No caso do óvni do Morenão, as interpretações vão do épico ao cômico.

Gevaerd acredita que naquela noite houve uma "revoada de discos voadores no Brasil", já que, de acordo com suas investigações, naves espaciais foram avistadas em cerca de 300 localidades em vários estados brasileiros em um intervalo de tempo muito curto.

"Tratou-se de uma civilização menos discreta que veio visitar a Terra", diz ele.

Para os torcedores do Operário, o que aconteceu foi um sequestro do futebol local pelos extraterrestres.

O auge dos times sul-mato-grossenses no cenário nacional aconteceu em 1977, quando o Operário foi o terceiro colocado do Campeonato Brasileiro, perdendo na semifinal para o São Paulo no Morumbi lotado.

Em 1982, o time conquistaria seu único título internacional, um torneio amistoso contra o Bayer Leverkusen. A partir daí, só acumulou mais duas participações na primeira divisão do Nacional, nenhuma com grande destaque.

Nos últimos anos, tem vivido a dura realidade de rebaixamentos até no Campeonato Estadual, uma tragédia que pareceria história de outro mundo a quem se acostumou com um time campeão na década de 1970. 

Enquanto isso, o estádio Morenão, que costumava lotar e ser temido no resto do Brasil, está interditado desde metade do ano passado, com problemas estruturais e sem condições de uso.

"O disco voador chegou, o futebol saiu", diz um adágio muito comum no esporte local.

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Ruínas de Cidade Romana no Interior Brasil

Fonte: Dossiê do manuscrito encontrado na Biblioteca Nacional-RJ

Desde pouco depois do descobrimento oficial do Brasil por Cabral, tem sido achado com freqüência muitas inscrições em rochas. A primeira delas que se tem notícia, foi achada em1598 no atual Estado da Paraíba, e o que mais chamou a atenção era que as inscrições continham muitas letras latinas e a partir daí, muito mais inscrições foram achadas no interior do Brasil, tendo sido uma constante a presença de letras latinas e gregas, muitas formavam palavras e a sucessão destas palavras formavam frases, também foram achadas cerâmicas em estilo greco-romano e a ainda moedas romanas cunhadas por volta de 200 a.C.

Em 1938 a Imprensa Oficial do Estado do Rio de Janeiro editou um livro intitulado “Inscrições e Tradições da América Pré-Histórica” escrito por Bernardo Ramos, que passou 30 anos no interior do Brasil colhendo inscrições em rochas, sua obra consta de dois volumes em um total de 1000 páginas. A comissão que ficou encarregada pelo Instituto Histórico de Manaus de analisar a obra deu o seguinte parecer:

“Que as inscrições apresentavam entre outras, letras latinas e gregas e que a sucessão destas formavam palavras e estas em sucessão formavam frases, que as cerâmicas apresentadas pertenciam ao estilo grego e que foram reproduzidas por mão humana hábil”.

O parecer da comissão nos dá uma visão de uma possível existência em época remota de uma civilização clássica greco-romana no atual território brasileiro, mas não só inscrições, cerâmicas e moedas foram achadas no interior do Brasil, também foram encontradas muitas ruínas de antigas metrópoles romanas, a mais impressionante delas foi a achada em 1753 por um bandeirante no interior da Bahia.

Os bandeirantes encontravam-se buscando ouro e prata quando em um dado momento descobriram uma milenar cidade romana, os sertanistas atônitos a descreveram detalhadamente encaminharam seu relatório ao então vice- rei.

Tal manuscrito foi encontrado em 1838 arquivado na Biblioteca da Corte e publicado logo após na primeira revista do Instituto Histórico e Geográfico do Brasil, o IHGB, então recém-criado.

Muitas buscas foram feitas com o objetivo de se localizar a cidade, mas nenhuma logrou êxito.

Na época da descoberta, Portugal estava negociando o Tratado de Madrid no qual ficava estabelecido que quem provasse que estava de posse de terra seria seu legítimo dono.

Quando a Coroa Lusitânia soube do encontro com a velha cidade romana, tratou de imediato de ocultar o fato.

Até mesmo o comandante da Bandeira em seu manuscrito afirmava estar preocupado com a possibilidade de um companheiro denunciar a existência das ruínas e sugeria ao vice-rei que mandasse mais homens para remover todas as pedras.

O fato é que a Coroa Lusitânia nunca permitiu que qualquer informação sobre a descoberta de ruínas chegasse ao conhecimento do grande público, apagando-se então a história da colonização romana no Brasil.

O Império Romano em sua época de máxima expansão atingiu o Brasil atual graças a sua frota naval,e aqui se instalou com o objetivo de explorar as jazidas de ouro e prata, permanecendo em solo brasileiro até pouco antes da queda do império em 476 DC.

Existe um documento guardado no cofre da Biblioteca Nacional sob o nº 512, trata-se de um manuscrito confeccionado por volta de 1754 e encontrado em1838 pelo naturalista Manuel Ferreira Lagos arquivado na Livraria Pública da Corte, atual Biblioteca Nacional.

É o relatório da expedição que alcançou a velha cidade romana abandonada.

Infelizmente o relatório no início é avariado e não traz o nome do chefe da expedição.

Todos os historiadores que analisaram as bandeiras da época acreditam que este relatório possivelmente foi escrito por João da Silva Guimarães que na época era tenente-general, também conhecido como mestre-de-campo.

Contudo um outro sertanista que pôde tê-lo escrito é Antonio Lourenço da Costa, que em 1757 chegou a distrito diamantino de Tijuco em Minas Gerais e disse que passou 10 anos no interior, em uma bandeira e que esta tinha feito descobertas surpreendentes na Serra Dourada, Capitania de Goiás.

A Chegada dos Romanos ao Brasil

Segundo uma reconstituição dos fatos históricos, entre os povos da Antiguidade, três tiveram papel preponderante na história antiga do Brasil, foram os Tartessos, os Fenícios e os Romanos.

Em 1200 AC, os Fenícios fizeram uma aliança com os Tartessos com objetivos de exploração maritima e comercial.

Anos mais tarde, foram eles, os Fenícios, os primeiros a chegarem na costa brasileira e aqui resolveram fundar uma colônia, e daqui mandavam para sua terra natal grandes quantidades de ouro e prata.

Essa descoberta não passou despercebida pelo Império Romano, e a disputa pelo controle marítimo acirrou a disputa entre os dois povos, com os Fenícios fazendo de tudo para evitar a vinda dos romanos para a sua colônia.

Até 261 AC os navios romanos não eram páreos para os finicios, mas em uma jogada de mestre os filhos de Roma capturaram um navio inimigo e o aprimoraram e a partir dele formaram uma frota capaz de suplantar os rivais.

Com a derrota dos Fenícios para os Romanos na Europa, todos os documentos relativos à colônia além mar foram parar na mão do imperador de Roma, que determinou que fosse montada uma esquadra para se apoderar também dessa terra de onde os seus antigos inimigos extraiam ouro e prata.

Em 120 AC chega a costa brasileira a primeira esquadra romana e os fenicios que aqui se encontravam recuam sem condições de luta.

Suas primeiras cidades em solo brasileiro ficam localizadas nas proximidades dos grandes centros de mineração e extração de ouro e prata, as principais ficam localizadas na Chapada Diamantina na Bahia, na Serra do Caparaó, Serra do Cachimbo, Serra do Paraíma, todas nas proximidades de grandes áreas mineradoras.

Por volta de 300 d.C., as fronteiras do Império Romano começaram a ser atacadas.

Começa então o retorno das legiões romanas a Europa, por volta de 450 d.C. quase todos os romanos deixam o Brasil, preocupados em defender a própria Roma e em 476 d.C. o Império é destruído.

As colônias do Brasil ficam quase desertas permanecendo apenas mulheres e crianças e alguns líderes religiosos. Começa a ocorrer com o Brasil o mesmo que ocorre com as colônias romanas na Inglaterra, o isolamento a aculturação e a regressão as antigas culturas greco-romanas.

Por que todos nós somos privados dessas informações?

Por que somos iludidos, quando pequenos, na escola, com a história de que COLOMBO descobriu a América e Cabral o Brasil?

O que aconteceu com os romanos e fenicios que aqui ficaram?

E os seus descendentes?

Depois contaremos tb essa história, que nos é ocultada.

Fatos e Dados Comprovados

1°. – A que estilo pertencem os monumentos apresentados?
Ao estilo romano

2°. – Qual o período destes estilos?
De 50 a.C. a 400 d.C.

3°. – A que povo e a que época pertence a moeda encontrada?
Ao povo romano, cunhada entre 260 a 300 d.C.

4°. – A que estilo e povo pertencem as letras copiadas?
Ao estilo greco-ptolomáico e pertencem ao império romano

5°. – A que religião e época pertencem os símbolos religiosos achados?
Pertencem ao início da religião católica

A Busca da Cidade Abandonada

Ao tomar conhecimento do documento o Instituto Histórico e Geográfico do Brasil, incumbiu seu representante na Bahia, o cônego Benigno José de Carvalho e Cunha de localizar a cidade encontrada em 1753.

Contudo a expedição foi acometida por uma doença que assola a região e não completou o seu objetivo, Benigno teve a mesma sorte que Gabriel Soares e seu irmão tivera anteriormente, faleceu em virtude da doença adquirida.

Benigno escreveu várias cartas, contudo só foram encontradas cinco. Afirmava ele em suas cartas que tinha localizado a cidade abandonada, mas que não tinha meios de chegar até lá em virtude da doença contraída e dos perigos existentes na região, isto em 1845.

Em 1848, o Major do exército Manoel Rodrigues de Oliveira, acusou Benigno de haver deliberadamente escondido a localização da cidade e só andar em lugares opostos onde o manuscrito indicava e que Benigno tinha na realidade o propósito de se apossar do ouro e da prata existente no local.

Declarou ainda que tinha encontrado ruínas semelhantes em uma fazenda denominada Provisão a 150 km da Vila Camamu, e que as mesmas tinham fragmentos de louças finas, ruas e casas e que lá também tinham achado moedas com cunho romano e deu como testemunha o Senhor Cypriano Antonio Gusmão, juiz da Vila Belmonte.

Realmente, segundo informações da SUDENE, existe uma fazenda chamada Provisão no local indicado por Manuel Rodrigues em 1848 e que lá em qualquer lugar que se cave encontra-se fragmentos de louças e utensílios em geral de uso comum na antiguidade e fora de uso a mais de 1500 anos.

Possivelmente este local às margens do Rio de Contas, pertencente hoje ao município de Jequié na Bahia foi na época da colonização romana uma estação de parada entre a grande cidade e o porto situado onde é hoje a cidade de Belmonte, próximo a Porto Seguro.

É interessante frisar que Camamu em Tupi significa, lugar onde se guarda ou conserta barcos, seria o que chamamos hoje de porto.

Ainda no século XIX, em 1840 chegou à Bahia a fragata dinamarquesa Bellone, com os tenentes Suenson, Schultz e o botânico Kruger, encarregados de examinarem estas ruínas, mas não chegaram até ela.

O fato é que o descaso e a incúria das autoridades da época transtornou e impediu as buscas de tal forma que não se localizou a tal cidade apesar dos fortes indícios de sua localização, até mesmo o IHGB abandonou inexplicavelmente Benigno no meio do caminho colocando em perigo toda a expedição.

Há de se lamentar o descaso e abandono que o IHGB, órgão mantido pelo próprio Imperador D. Pedro II, abandonasse Benigno em sua missão.

Além desta tentativa de Benigno na Chapada Diamantina, nenhuma outra foi oficialmente realizada, ficando apenas casos de tentativas isoladas.

Impressiona a incúria e o descaso dos representantes dos órgãos científicos e das autoridades pelo patrimônio histórico-arqueológico do Brasil.

As tentativas posteriores ficaram por conta de estrangeiros tendo as autoridades brasileiras colocado toda sorte de obstáculos e recusando-se terminantemente a voltar a comentar o assunto.

Tem mais aqui: : http://74.125.45.104/search?q=cache:Wm2vrY…t=clnk&cd=7

Fonte: http://forum.portaldovt.com.br

Frei Fidélis e o Mito dos Cantores do Templo


Publicado em 30 de abr de 2015

Nesse vídeo o escritor e pesquisador André de Pierre descreve a história do misterioso Frei Fidélis, Padre Capuchino que viveu em Botucatu, no interior de São Paulo, e falava o idioma Sumério já na década de 50 do século passado. Ele defendeu a tese de que os Sumérios e outros povos do oriente estiveram na América em um passado remoto.

Fenícios, romanos, hititas, cários e outros povos da antiguidade no Brasil e América


Publicado em 14 de mai de 2015

O pesquisador André de Pierre apresenta evidências da presença de antigas civilizações orientais na América em um passado remoto. Segundo vários pesquisadores fenícios, romanos, cários e outros povos estiveram em nosso continente. Pierre também apresenta o Manuscrito 512, documento misterioso sobre ruínas romanas no interior da Bahia, e outras histórias fascinantes desconhecidas do público em geral.

domingo, 3 de maio de 2015