sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

As Profecias de Chico Xavier

O jornal Folha Espírita de maio de 2011 traz uma revelação feita em 1986, pelo médium Francisco Cândido Xavier sobre o futuro reservado ao planeta Terra e a todos os seus habitantes nos próximos anos. A revelação foi feita a Geraldo Lemos Neto, fundador da Casa de Chico Xavier de Pedro Leopoldo (MG) e da Vinha de Luz Editora, mas somente agora ele resolveu falar.

Este é um resumo dos pontos interessantes do texto. A íntegra pode ser lida no exemplar nº 439, ano XXXV, de maio de 2011 do jornal Folha Espírita: "Há muito tempo carrego este fardo comigo e sempre me preocupei no sentido de que Chico Xavier não me falaria tudo o que relato nesta edição da Folha Espírita à toa, senão com uma finalidade específica. Na ocasião da conversa que descrevo nas páginas seguintes, senti que minha mente estava recebendo um tratamento mnemônico diferente para que não viesse a esquecer aquelas palavras proféticas, e que, em momento oportuno do futuro, eu seria chamado a testemunhá-las.

Tive a felicidade de conviver na intimidade com Chico Xavier, dialogando com ele vezes sem conta, madrugada a dentro, sobre variados assuntos de nossos interesses comuns, notadamente sobre esclarecimentos palpitantes acerca da Doutrina dos Espíritos e do Evangelho de Jesus. Um desses temas foi em relação ao Apocalipse, do Novo Testamento. Desde então, em nossos colóquios, Chico Xavier tinha sempre uma ou outra palavra esclarecedora sobre o assunto, pontuando esse ou aquele versículo e fazendo-me compreender, aos poucos, o momento de transição pelo qual passa o nosso orbe planetário, a caminho da regeneração."

Numa dessas conversas, lembrando o livro Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho, escrito pelo espírito Humberto de Campos, Lemos Neto externou ao Chico sua dúvida quanto ao título do livro, uma vez que ainda naquela ocasião, em meados da década de 80, o Brasil vivia às voltas com a hiperinflação, a miséria, a fome, as grandes disparidades sociais, o descontrole político e econômico, sem falar nos escândalos de corrupção e no atraso cultural.

“Lembro-me, como hoje, a expressão surpresa do Chico me respondendo: 'Ora, Geraldinho, você está querendo privilégios para a Pátria do Evangelho, quando o fundador do Evangelho, que é Nosso Senhor Jesus Cristo, viveu na pobreza, cercado de doentes e necessitados de toda ordem, experimentou toda a sorte de vicissitudes e perseguições para ser supliciado quase abandonado pelos seus amigos mais próximos e morrer crucificado entre dois ladrões? Não nos esqueçamos de que o fundador do Evangelho atravessou toda sorte de provações, padeceu o martírio da cruz, mas depois ele largou a cruz e ressuscitou para a Vida Imortal! Isso deve servir de roteiro para a Pátria do Evangelho. Um dia haveremos de ressuscitar das cinzas de nosso próprio sacrifício para demonstrar ao mundo inteiro a imortalidade gloriosa!”

Na seqüência da nossa conversa, perguntei ao Chico o que ele queria exatamente dizer a respeito do sacrifício do Brasil. Estaria ele a prever o futuro de nossa nação e do mundo? Chico pensou um pouco, como se estivesse vislumbrando cenas distantes e, depois de algum tempo, retornou para dizer-nos: “Você se lembra, Geraldinho, do livro de Emmanuel A Caminho da Luz? Nas páginas finais da narrativa, no cap. XXIV, cujo título éO Espiritismo e as Grandes Transições, nele Emmanuel afirmara que os espíritos abnegados e esclarecidos falavam de uma nova reunião da comunidade das potências angélicas do Sistema Solar, da qual é Jesus um dos membros divinos, e que a sociedade celeste se reuniria pela terceira vez na atmosfera terrestre, desde que o Cristo recebeu a sagrada missão de redimir a nossa humanidade, para, enfim, decidir novamente sobre os destinos do nosso mundo.

Pois então, Emmanuel escreveu isso nos idos de 1938 e estou informado que essa reunião de fato já ocorreu. Ela se deu quando o homem finalmente ingressou na comunidade planetária, deixando o solo do mundo terrestre para pisar pela primeira vez o solo lunar. O homem, por seu próprio esforço, conquistou o direito e a possibilidade de viajar até a Lua, fato que se materializou em 20 de julho de 1969. Naquela ocasião, o Governador Espiritual da Terra, que é Nosso Senhor Jesus Cristo, ouvindo o apelo de outros seres angelicais de nosso Sistema Solar, convocara uma reunião destinada a deliberar sobre o futuro de nosso planeta. O que posso lhe dizer, Geraldinho, é que depois de muitos diálogos e debates entre eles foram dadas diversas sugestões e, ao final do celeste conclave, a bondade de Jesus decidiu conceder uma última chance à comunidade terráquea, uma última moratória para a atual civilização no planeta Terra. Todas as injunções cármicas previstas para acontecerem ao final do século XX foram então suspensas, pela Misericórdia dos Céus, para que o nosso mundo tivesse uma última chance de progresso moral.

O curioso é que nós vamos reconhecer nos Evangelhos e no Apocalipse exatamente este período atual, em que estamos vivendo, como a undécima hora ou a hora derradeira, ou mesmo a chamada última hora.”

Perguntei-lhe sobre qual fora então as deliberações de Jesus, e ele me respondeu: 'Nosso Senhor deliberou conceder uma moratória de 50 anos à sociedade terrena, a iniciar-se em 20 de julho de 1969, e, portanto, a findar-se em julho de 2019. Ordenou Jesus, então, que seus emissários celestes se empenhassem mais diretamente na manutenção da paz entre os povos e as nações terrestres, com a finalidade de colaborar para que nós ingressássemos mais rapidamente na comunidade planetária do Sistema Solar, como um mundo mais regenerado, ao final desse período. Algumas potências angélicas de outros orbes de nosso Sistema Solar recearam a dilação do prazo extra, e foi então que Jesus, em sua sabedoria, resolveu estabelecer uma condição para os homens e as nações da vanguarda terrestre. Segundo a imposição do Cristo, as nações mais desenvolvidas e responsáveis da Terra deveriam aprender a se suportarem umas às outras, respeitando as diferenças entre si, abstendo-se de se lançarem a uma guerra de extermínio nuclear. A face da Terra deveria evitar a todo custo a chamada III Guerra Mundial. Segundo a deliberação do Cristo, se e somente se as nações terrenas, durante este período de 50 anos, aprendessem a arte do bom convívio e da fraternidade, evitando uma guerra de destruição nuclear, o mundo terrestre estaria enfim admitido na comunidade planetária do Sistema Solar como um mundo em regeneração. Nenhum de nós pode prever, Geraldinho, os avanços que se darão a partir dessa data de julho de 2019, se apenas soubermos defender a paz entre nossas nações mais desenvolvidas e cultas!”

Perguntei, então, ao Chico a que avanços ele se referia e ele me respondeu: 'Nós alcançaremos a solução para todos os problemas de ordem social, como a solução para a pobreza e a fome, que estarão extintas; teremos a descoberta da cura de todas as doenças do corpo físico pela manipulação genética nos avanços da Medicina; o homem terrestre terá amplo e total acesso à informação e à cultura, que se fará mais generalizada; também os nossos irmãos de outros planetas mais evoluídos terão a permissão expressa de Jesus para se nos apresentarem abertamente, colaborando conosco e oferecendo-nos tecnologias novas, até então inimagináveis ao nosso atual estágio de desenvolvimento científico; haveremos de fabricar aparelhos que nos facilitarão o contato com as esferas desencarnadas, possibilitando a nossa saudosa conversa com os entes queridos que já partiram para o além-túmulo; enfim estaríamos diante de um mundo novo, uma nova Terra, uma gloriosa fase de espiritualização e beleza para os destinos de nosso planeta.”

Foi então que, fazendo as vezes de advogado do diabo, perguntei a ele: Chico, até agora você tem me falado apenas da melhor hipótese, que é esta em que a humanidade terrestre permaneceria em paz até o fim daquele período de 50 anos. Mas, e se acontecer o caso das nações terrestres se lançarem a uma guerra nuclear? 'Ah! Geraldinho, caso a humanidade encarnada decida seguir o infeliz caminho da III Guerra mundial, uma guerra nuclear de conseqüências imprevisíveis e desastrosas, aí então a própria mãe Terra, sob os auspícios da Vida Maior, reagirá com violência imprevista pelos nossos homens de ciência. O homem começaria a III Guerra, mas quem iria terminá-la seriam as forças telúricas da natureza, da própria Terra cansada dos desmandos humanos, e seríamos defrontados então com terremotos gigantescos; maremotos e ondas (tsunamis) conseqüentes; veríamos a explosão de vulcões há muito extintos; enfrentaríamos degelos arrasadores que avassalariam os pólos do globo com trágicos resultados para as zonas costeiras, devido à elevação dos mares; e, neste caso, as cinzas vulcânicas associadas às irradiações nucleares nefastas acabariam por tornar totalmente inabitável todo o Hemisfério Norte de nosso globo terrestre.”

Mas, o que aconteceria especificamente com o Brasil?

Segundo o médium, “em todas as duas situações o Brasil cumprirá o seu papel no grande processo de espiritualização planetária. Na melhor das hipóteses, nossa nação crescerá em importância sócio-cultural, política e econômica perante a comunidade das nações. Não só seremos o celeiro alimentício e de matérias-primas para o mundo, como também a grande fonte energética, com o descobrimento de enormes reservas petrolíferas que farão da Petrobrás uma das maiores empresas do mundo. O Brasil crescerá a passos largos e ocupará importante papel no cenário global, isso terá como conseqüência a elevação da cultura brasileira ao cenário internacional e, a reboque, os livros do Espiritismo Cristão, que aqui tiveram solo fértil no seu desenvolvimento, atingirão o interesse das outras nações também. Agora, caso ocorra a pior hipótese, com o Hemisfério Norte do planeta tornando-se inabitável, grandes fluxos migratórios se formariam então para o Hemisfério Sul, onde se situa o Brasil, que então seria chamado mais diretamente a desempenhar o seu papel de Pátria do Evangelho, exemplificando o amor e a renúncia, o perdão e a compreensão espiritual perante os povos migrantes.

A Nova Era da Terra, neste caso, demoraria mais tempo para chegar com todo seu esplendor de conquistas científicas e morais, porque seria necessário mais um longo período de reconstrução de nossas nações e sociedades, forçadas a se reorganizarem em seus fundamentos mais básicos.”

Segundo Chico me revelou, o que restasse da ONU acabaria por decidir a invasão das nações do Hemisfério Sul, incluindo-se aí obviamente o Brasil e o restante da América do Sul, a Austrália e o sul da África, a fim de que nossas nações fossem ocupadas militarmente e divididas entre os sobreviventes do holocausto no Hemisfério Norte. Aí é que nós, brasileiros, iríamos ser chamados a exemplificar a verdadeira fraternidade cristã, entendendo que nossos irmãos do Norte, embora invasores a "mano militare", não deixariam de estar sobrecarregados e aflitos com as conseqüências nefastas da guerra e das hecatombes telúricas, e, portanto, ainda assim, devendo ser considerados nossos irmãos do caminho, necessitados de apoio e arrimo, compreensão e amor.

Neste ponto da conversa, Chico fez uma pausa na narrativa e completou: 'Nosso Brasil como o conhecemos hoje será então desfigurado e dividido em quatro nações distintas. Somente uma quarta parte de nosso território permanecerá conosco e aos brasileiros restarão apenas os Estados do Sudeste, somados a Goiás e ao Distrito Federal. Os norte-americanos, canadenses e mexicanos ocuparão os Estados da Região Norte do País, em sintonia com a Colômbia e a Venezuela. Os europeus virão ocupar os Estados da Região Sul do Brasil unindo-os ao Uruguai, à Argentina e ao Chile. Os asiáticos, notadamente chineses, japoneses e coreanos, virão ocupar o nosso Centro-Oeste, em conexão com o Paraguai, a Bolívia e o Peru. E, por fim, os Estados do Nordeste brasileiro serão ocupados pelos russos e povos eslavos. Nós não podemos nos esquecer de que todo esse intrincado processo tem a sua ascendência espiritual e somos forçados a reconhecer que temos muito que aprender com os povos invasores. Vejamos, por exemplo: os norte-americanos podem nos ensinar o respeito às leis, o amor ao direito, à ciência e ao trabalho. Os europeus, de uma forma geral, poderão nos trazer o amor à filosofia, à música erudita, à educação, à história e à cultura. Os asiáticos poderão incorporar à nossa gente suas mais altas noções de respeito ao dever, à disciplina, à honra, aos anciãos e às tradições milenares. E, então, por fim, nós brasileiros, ofertaremos a eles, nossos irmãos na carne, os mais altos valores de espiritualidade que, mercê de Deus, entesouramos no coração fraterno e amigo de nossa gente simples e humilde, essa gente boa que reencarnou na grande nação brasileira para dar cumprimento aos desígnios de Deus e demonstrar a todos os povos do planeta a fé na Vida Superior, testemunhando a continuidade da vida além-túmulo e o exercício sereno e nobre da mediunidade com Jesus.”

Segundo Chico Xavier, o Brasil não terá privilégios e sofrerá também os efeitos de terremotos e tsunamis, notadamente nas zonas costeiras. Acontece que, de acordo com o médium, o impacto por aqui será bem menor se comparado com o que sobrevirá no Hemisfério Norte do planeta.

Outra decisão dos benfeitores espirituais da Vida Maior foi a que determinou que, após o alvorecer do ano 2000 da Era Cristã, os espíritos empedernidos no mal e na ignorância não mais receberiam a permissão para reencarnar na face da Terra. Reencarnar aqui, a partir dessa data, equivaleria a um valioso prêmio justo, destinado apenas aos espíritos mais fortes e preparados, que souberam amealhar, no transcurso de múltiplas reencarnações, conquistas espirituais relevantes como a mansidão, a brandura, o amor à paz e à concórdia fraternal entre povos e nações. Insere-se dentro dessa programação de ordem superior a própria reencarnação do mentor espiritual de Chico Xavier, o espírito Emmanuel, que, de fato, veio a renascer, segundo Chico informou a variados amigos mais próximos, exatamente no ano 2000. Todos os demais espíritos, recalcitrantes no mal, seriam então, a partir de 2000, encaminhados forçosamente à reencarnação em mundos mais atrasados, de expiações e de provas aspérrimas, ou mesmo em mundos primitivos, vivenciando ainda o estágio do homem das cavernas, para poderem purgar os seus desmandos e a sua insubmissão aos desígnios superiores. Chico Xavier tinha conhecimento desses mundos para onde os espíritos renitentes estariam sendo degredados. Segundo ele, o maior desses planetas se chamaria Kírom ou Quírom.

O próprio Emmanuel, através de Chico Xavier, respondendo a uma entrevista já publicada em livro nos diz que as profecias são reveladas aos homens para não serem cumpridas. São na realidade um grande aviso espiritual para que nos melhoremos e afastemos de nós a hipótese do pior caminho.


Fonte:
http://www.saindodamatrix.com.br/archives/2011/05/profecias_de_chico.html




EMMANUEL FALA SOBRE RAMATIS
dom, 18 de dezembro, 2005
A mensagem abaixo reproduzida contém a íntegra de uma entrevista realizada com o médium Francisco Cândido Xavier e seu Instrutor Espiritual chamado Emmanuel, publicada pela Revista Boa Vontade, Ano 1, nº 4 - Outubro de 1956:

Logo que apareceram as primeiras publicações da "Conexão de Profecias" (Hoje com o título Mensagens do Astral), de Ramatis, fomos a Pedro Leopoldo, a fim de ouvir a palavra autorizada de Emmanuel, através daquele aparelho maravilhoso que é Francisco Cândido Xavier. Isto porque o que era dito pelo espirito de Ramatis parecia-nos perfeitamente lógico. Mas, como constituía novidade, não queríamos aceitar de pronto algo que não passasse pelo crivo de várias manifestações mediúnicas, através de diversos aparelhos.

Desta forma, munidos do aparelho de gravação em fita, fomos atendidos gentilmente pelo médium, que respondeu às perguntas que fazíamos, repetindo as palavras da resposta, que eram ditadas por Emmanuel. A gravação foi feita no dia 5 de janeiro de 1954. Conservamos até hoje o rolo gravado em nosso poder.

Passamos a estampar as perguntas e respectivas respostas:

Pergunta: - Que pode o irmão dizer-nos a respeito do astro que se avizinha, segundo a predição de Ramatis?

Chico Xavier: - Esclarece nosso orientador espiritual que o assunto alusivo à aproximação de um Planeta ou de Planetas, da zona - ou melhor da aura da Terra - deve, naturalmente, basear-se em estudos científicos que possam saciar a curiosidade construtiva das novas gerações renascentes no mundo. O problema, desse modo, envolve acurados exames, com a colaboração da ciência e da observação de nossos dias. Razão por que pede ele que não nos detenhamos na expressão física dos acontecimentos que se vizinham, para marcar maiores acontecimentos - acontecimentos esses de natureza espetacular - na transformação do plano em que estamos estagiando, no presente século. Afirma nosso amigo que o progresso da óptica e das ciências matemáticas serão portadoras, naturalmente, de ilações, conclusões da mais alta importância para os nossos destinos, no futuro próximo.

Pergunta: - Pode Emmanuel dizer-nos algo a respeito da verticalização do eixo da Terra e das transformações que esta sofrerá, segundo Ramatis?

Chico Xavier: - Afirma nosso Orientador espiritual que não podemos esquecer que a Terra, em sua constituição física propriamente considerada, possui os seus grandes períodos de atividade e de repouso. Cada período de atividade e cada período de repouso da matéria planetária, que hoje representa o alicerce de nossa morada temporária, pode ser calculado, cada um, em 260.000 mil anos. Atravessando o período de repouso da matéria terrestre, a vida se reorganiza, enxameando de novo nos vários departamentos do Planeta, representando, assim, novos caminhos para a evolução das almas.

Assim sendo, os grandes instrutores da Humanidade, nos planos superiores, consideram que, desses 260.000 anos de atividade, 60 a 64 mil são empregados na reorganização dos pródomos da vida organizada. Logo em seguida surge o desenvolvimento das grandes raças que, como grandes quadros, enfeixam assuntos e serviços que dizem respeito à evolução do espírito domiciliado na Terra.

Assim, depois desses 60 a 64 mil anos de reorganização de nossa Casa Planetária temos sempre grandes transformações de 28 em 28 mil anos. Depois do período dos 64 mil anos, tivemos duas raças na Terra cujos traços se perderam por causa de seu primitivismo. Logo em seguida podemos considerar a grande raça Lemuriana como portadora de uma inteligência algo mais avançada, detentora de valores mais altos, nos domínios do espírito. Após a raça Lemuriana - em seguida aos 28.000 anos de trabalho lemuriano propriamente considerado - chegamos ao grande período da raça Atlântida, com outros 28.000 anos de grandes trabalhos, no qual a inteligência do mundo se elevou de maneira considerável.

Achamo-nos, agora, nos últimos períodos da grande raça Ariana.

Podemos considerar essas raças como grandes ciclos de serviços em que somos chamados de mil modos diferentes, em cada ano de nossa permanência na crosta do planeta ou fora dela, ao aperfeiçoamento espiritual, que é o objetivo de nossas lutas, de nossos problemas, de nossas grandes questões, na esfera de relações, uns para com os outros.

Assim considerando será mais significativo e mais acertado, para nós, que venhamos a estudar a transformação atual da Terra sob um ponto de vida moral, para que o serviço espiritual, confiado às nossas mãos e aos nossos esforços, não se perca em considerações, que podem sofrer grandes alterações, grandes desvios; porque o serviço interpretativo da filosofia e da ciência está invariavelmente subordinado ao Pensamento Divino, cuja grandeza não podemos perscrutar.

Cabe-nos, então, sentir, e, mais ainda, reconhecer, que os fenômenos da vida moderna e as modificações que nosso "habitat" terreal vem apresentando nos indicam a vizinhança de atividades renovadoras, de considerável extensão. Daí esse afluxo de revelações da vida extra-terrestre, incluindo sobre as cogitações dos homens; esses apelos reiterados, do mundo dos espíritos; essa manifestação ostensiva, daqueles que, supostamente mortos na Terra, são vivos na eternidade, companheiros dos homens em outras faixas vibratórias do campo em que a humanidade evolui. Toda essa eclosão de notícias, de mensagens, de avisos da vida espiritual, devem significar para o homem, domiciliado na Terra do presente século, a urgência do aproveitamento das lições de Jesus. Elas devera ser apreciadas em si mesmas, e examinadas igualmente no exemplo e no ensinamento de todos aqueles que, em variados setores culturais, políticos e filosóficos do globo lhe traduzem a vontade divina, que na essência é sempre a nossa jornada para o Supremo Bem.

Os termos da comunicação obtida em Curitiba (a "Conexão de Profecias", de Ramatis) são de admirável conteúdo para a nossa inteligência, de vez que, realmente, todos os fatos alusivos à evolução da Terra e referentes a todos os eventos que se relacionam com a nossa peregrinação para a vida mais alta, estão naturalmente planificados por aqueles ministros de Nosso Senhor Jesus Cristo; os quais, de acordo com Ele, estabelecem programas de ação para a coletividade planetária, de modo a facilitar-lhe os vôos para a divina ascensão. Embora, porém, esta mensagem, por isso mesmo, seja digna de nosso melhor apreço, contudo, na experiência de companheiro mais velho, recomenda-nos nosso Orientador Espiritual (Emmanuel) um interesse mais efetivo para a fixação de valores morais em nossa personalidade terrena, de conformidade com os padrões estabelecidos no Evangelho de nosso Divino Mestre. Porque, para nossa inteligência, os fenômenos renovadores da existência que nos cercam têm qualquer coisa de sensacional, de surpreendente, nosso coração de inclinar-se, humilde, diante da Majestade do Senhor, que nos concede tantas oportunidades de trabalho, em nós mesmos, a revelação dos grandes acontecimentos porvindouros; novo soerguimento íntimo, novo modo de ser, a fim de que estejamos realmente habilitados a enfrentar valorosamente as lutas que se avizinham de nós e preparados para desfrutar a Nova Era que, qual bonança depois da tempestade, facilitará nossos círculos evolutivos.

Será, todavia, muito importante encarecer que não devemos reclamar do terceiro milênio uma transformação absolutamente radical nos processos que caracterizam, por enquanto, a nossa vida terrestre. O prazo de 47 anos é diminuto para sanar os desequilíbrios morais de tantos séculos, em que o nosso campo coletivo e individual adquiriu tantos débitos, diante da sabedoria e diante do amor que incessantemente apelam para nossa alma, no sentido de nos levantarmos para uma clima mais aprimorado da existência. Não podemos esquecer que grandes imensidades territoriais, na América, na África e na Ásia, nos desafiam a capacidade de trabalho. Não podemos olvidar, também, que a Europa, superalfabetizada, se encontra num Karma de débitos clamorosos, à frente da Lei, em dolorosa expectação para o reajuste moral que Ihe é necessário.

Aqui mesmo, no Brasil, numa nação com capacidade de asilar novecentos (900) milhões de habitantes, em quatrocentos e alguns anos de evolução, mal estamos - os espíritos, encarnados na Terra, em que temos a bênção de aprender ou recapitular a lição do Evangelho - mal estamos passando das faixas litorâneas. Serviços imensos esperam por nossas almas no futuro próximo. E, se é verdade que devemos aguardar, em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo, condições mais favoráveis para a estabilização da saúde humana, para o acesso mais fácil às fontes da ciência; se nos compete a obrigação de esperar o melhor para o dia de amanhã, cabe-nos, igualmente, o dever de não olvidar que, junto desses direitos, responsabilidades constringentes contam conosco, para que o Mundo possa, efetivamente, atender ao programa Divino através não somente da superestrutura do pensamento científico - que é hoje um teto brilhante para os serviços de inteligência do mundo - mas também através de nossos corações, chamados a plasmar uma vida que seja realmente digna de ser vivida por aqueles que nos sucederão nos tempos duros; entre os quais, naturalmente, milhões de nós os reencarnados de agora formaremos, de novo, como trabalhadores que voltam para o prosseguimento da tarefa de auto acrisolamento, para a ascensão sublime, que o Senhor nos reserva.

Considerando, assim, a questão sob este prisma, cabe-nos contar com o concurso da ciência, no setor das observações de ordem material; com a evolução dos instrumentos de óptica; com o avanço dos processos de exame na esfera da química planetária, na qual os mundos podem ser analisados, como átomos da amplidão de universos que se sucedem uns aos outros no infinito da Vida. Será lícito, então, esperar que certas afirmativas, referentes a vida material, se positivem satisfatoriamente para mais altas concepções da mente planetária; de vez que, muito breve, o homem estará ligado à glória da religião cósmica, da Religião do Amor e da Sabedoria, que o cristianismo renascente, no Espiritismo de hoje, edificará para a Humanidade, ajustando-a ao concerto de bênçãos, que o grande porvir nos reserva.

Pergunta: - Foi, de fato, há 37.000 anos que submergiu a Atlântida?

Chico Xavier: - Diz nosso Amigo (Emmanuel) que o cálculo é, aproximadamente, certo, considerando-se que as últimas ilhas, que guardavam os remanescentes da civilização atlântida, submergiram, mais ou menos, 9 a 10 mil anos antes da Grécia de Sócrates.

Pergunta: - Poderíamos ter alguns informes a respeito de Antúlio?

Chico Xavier: - Vejo aqui nosso diretor espiritual, Emmanuel, que nos diz que um estudo acerca da personalidade de Antúlio exigiria minudências relacionadas com a história no espaço e no tempo que, de imediato, não podemos realizar. De modo que, tão somente pode afiançar-nos que se trata de uma entidade de elevada hierarquia no plano espiritual; vamos dizer; um assessor, ou um daqueles assessores, que servem nos trabalhos de execução do plano divino, confiado ao Nosso Senhor Jesus Cristo, para a realização do progresso da Terra, em geral.

Esclarece nosso amigo que Jesus Cristo, como governador de nosso mundo, no sistema solar, conta naturalmente com grandes instrutores para a evolução física e para a evolução espiritual na organização planetária. E subordinados a esses ministros, para o progresso da matéria e do espirito, no plano que nós habitamos presentemente, conta Ele com uma assembléia de múltiplos instrutores, de variadas condições, que lhe obedecem as ordens e instruções numa esfera cuja elevação, de momento, escapa à nossa possibilidade de apreciação. Antúlio forma o quadro destes elevados servidores.

Pergunta: - Acha nosso irmão que a mensagem de Ramatis deva ser divulgada com amplitude?

Chico Xavier: - Diz nosso Orientador que a mensagem é de elevado teor... E todo trabalho organizado com o respeito, com o carinho e com a dignidade, dentro dos quais essa mensagem se apresenta, merece a nossa mais ampla consideração, de vez que todos nós, em todos os setores, somos estudiosos que devemos permutar as nossas experiências e as nossas conclusões para a assimilação do progresso, com mais facilidade em favor de nós mesmos.

sábado, 16 de maio de 2015

Óvni em jogo de futebol tornou professor de química o maior ufólogo do país

02/02/2015 - UOL

Adriano Wilkson

Acervo Pessoal
Ufólogo Ademar Gevaerd largou tudo para perseguir os rastros de ETs no planeta Terra
Ufólogo Ademar Gevaerd largou tudo para perseguir os rastros de ETs no planeta Terra

Trinta e três anos depois ainda é difícil explicar sem soar meio fora de órbita o que aconteceu no céu de Campo Grande na noite de 6 de março de 1982. Naquele sábado o Vasco tinha ido visitar o Operário pelo Campeonato Brasileiro, mas o que ficou do jogo, vencido pelo time da casa por 2 a 0, foi um vulto luminoso estranho voando acima da arquibancada do estádio.

Nas três décadas seguintes, tão numerosos quanto as estrelas no universo, surgiriam relatos de gente que olhou para cima e viu algo que eles não sabem dizer o que é.

Maria das Dores, uma torcedora fanática do time da casa, viu. Marquinhos Tavares, futuro cartola da federação de futebol local, viu. O lateral Cocada, do Operário, foi um dos que mais viram. O juiz José de Assis Aragão viu, mas não interrompeu o jogo. Alberto Pontes Filho, funcionário do estádio, também viu. O zagueiro Rondinelli, do Vasco, viu só um pouco.

Eis o que eles viram, ao se tirar o denominador comum a todos os relatos: uma luz forte, aparentemente vinda de um grande objeto que não era nem um avião, nem um helicóptero, nem nada produzido por mãos humanas, cruzando rapidamente o horizonte noturno acima do estádio Morenão.

Não havia barulho, não havia fumaça, não havia lógica: havia apenas uma velocidade de movimento que deixou quase todo mundo embasbacado.

Não houve imagens também, fotográficas ou de vídeo. Os cinegrafistas da TV Globo, que transmitia a partida, disseram que seu equipamento era muito pesado para que eles pudessem virá-lo ao céu tão rápido.

Não se sabe de alguém na arquibancada que estivesse com uma câmera fotográfica pendurada no pescoço, mas isso é altamente improvável: estamos falando do começo da década de 80.

Não há registros, mas mesmo sem registros, é possível fazer História.

A coisa voando no céu aconteceu no primeiro tempo, diz a maioria das testemunhas. No intervalo, a torcida só falava daquilo. No vestiário, os jogadores só falavam daquilo. Muitas hipóteses foram levantadas para explicar o que era aquilo, mas ninguém tinha muita certeza.

Na edição preparada no dia seguinte, o jornal "Correio do Estado", manchetou, sem meias palavras: "Um OVNI, espetáculo na capital". À reportagem controladores de tráfego aéreo do aeroporto local confirmavam a visão de luzes estranhas no céu. A aeronáutica confirmava que não havia voos previstos para o horário.

A ausência de uma explicação oficial fez parte da população confirmar algo que era repetido ora como drama, ora como farsa: naquela noite, Campo Grande tinha mesmo sido visitada por uma nave espacial tripulada por seres extraterrestres.  

Reprodução

A 564 km dali, Ademar José Gevaerd estava datilografando em sua velha Olivetti e não testemunhou o fenômeno que mudaria sua vida para sempre. Ele tinha 20 anos, dava aulas de química em cursinhos de Maringá, no Paraná, tentava concluir a graduação e conservava uma paixão profunda por discos voadores.

Naquela noite, recebeu uma ligação de Campo Grande. Era seu professor de matemática, um sujeito que sempre tirava sarro da seriedade com que Gevaerd tratava seus estudos sobre a vida extraterrestre.

Do outro lado da linha, o ceticismo do professor tinha se transformado em espanto. "Você não vai acreditar no que eu acabei de ver", disse ele. E começou a descrever os objetos voadores que tinham dançado sob o céu da sua casa enquanto ele aparava a grama do jardim.

Gevaerd ficou maluco. Não demorou até que ele se mudasse – de mala, cuia e livros de ufologia – para Campo Grande, onde entrevistaria centenas e centenas de pessoas que naquela noite viram o que, ele tem certeza, eram naves espaciais.

Foi a primeira grande pesquisa daquele que muitos consideram o maior ufólogo brasileiro. Quatro anos depois, ele fundaria a "Revista UFO", a única no Brasil dedicada a divulgar e investigar as aventuras dos alienígenas em nosso planeta.

Desde então, o pesquisador tem sido a principal referência brasileira entre os ufólogos considerados sérios. Sua vida é quase inteiramente dedicada ao acúmulo de conhecimento sobre o que ele chama de "manifestações incontestáveis de vida inteligente alienígena".

Gevaerd participa de congressos internacionais onde descreve os casos de avistamento de óvnis no Brasil. Ele viaja o país inteiro atrás desses relatos. Vai a programas de TV onde é sabatinado por acadêmicos céticos e às vezes se vê acuado diante de evidências científicas sobre a impossibilidade de viagens interestelares.

Entra em debates acalorados com ufólogos que ele considera charlatões e já chegou a ser processo por seus desafetos. Um deles é Urandir Fernandes de Oliveira, conhecido por se dizer o porta-voz no planeta Terra do ET Bilu.

Gevaerd considera Urandir um picareta e diz que Bilu era o nome de um gato que ele, Gevaerd, tinha em Campo Grande.

Segundo ele, Urandir criou o ET Bilu só para provocá-lo. Os dois se desprezam e se ofendem em fóruns e sites de ufologia.

Gevaerd está atualmente organizando um congresso de pessoas que dizem ter sido abduzidas por ETs, pessoas que dizem ter sido levadas a planetas distantes em viagens por dentro de buracos de minhoca.

Às vezes, ele é tomado por maluco. Mas não se importa. Trinta e três anos depois do aparecimento daquelas luzes sobre os jogadores de Operário x Vasco, Gevaerd está levando a vida que pediu aos céus, estudando discos voadores, teorizando sobre civilizações de outros planetas, derrubando fraudes, produzindo conhecimento. "Eu acho que nasci para isso", diz ele. 

Divulgação/Revista UFO
Gevaerd analisa agroglifo em Santa Catarina

Mas existe um problema conceitual nessa história. Por definição, óvni é um "objeto voador não identificado", mas ufólogos como Gevaerd não hesitam em identificar esses objetos como naves espaciais alienígenas.

A maioria das testemunhas do "caso Morenão" consultadas pela reportagem confirma ter visto luzes inexplicáveis dançando no céu naquela noite, mas ninguém avança a grandes conclusões sobre a origem dessas luzes.

"Eu vi um facho de luz muito rápido no céu, mas não com muita clareza como algumas outras pessoas", afirma Rondinelli, zagueiro do Vasco naquele jogo. "O pessoal começou a dizer que era disco voador, que era chupa-cabra, mas eu não tenho condição de dizer o que era."

Marquinhos Tavares, que tinha 14 anos na época, vai só um pouco além: "Não sei se era um disco voador, mas com certeza não era coisa conhecida no nosso planeta. Ele voava muito rápido e parava de repente, ficava ali parado no ar, e voava de novo. Nem hoje isso seria impossível, imagina naquela época!"

"Era uma luz muito, muito forte, nunca vi igual", diz Cocada, ex-lateral do Operário. "Não posso afirmar que era um disco voador, mas não podia ser avião. Era grande, ficou uns dez segundo em cima do estádio e de repente sumiu. Foi uma coisa impressionante!"

Alguns ufólogos mais próximos do campo científico admitem que alguns fenômenos são inexplicáveis para os métodos e conhecimentos produzidos pela humanidade até hoje. Mas eles param por aí.

Ricardo Varela, que é engenheiro eletrônico, tem doutorado em computação e trabalha no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – uma espécie de Nasa brasileira – acredita que existem "indícios muito sensíveis" de que estamos sendo visitados por seres alienígenas, mas evita falar com absoluta certeza que óvnis são naves espaciais extraterrestres, dada a ausência de provas irrefutáveis.

"Alguns fenômenos já foram ligados a óvnis no passado e depois passaram a ser explicados pela física, na medida em que fomos conhecendo melhor o funcionamento da atmosfera", diz ele. "Coisas que são inexplicáveis hoje podem vir a ser perfeitamente explicáveis em alguns anos."

O psicólogo Leonardo Martins, doutorando na Universidade de São Paulo, fez um estudo detalhado com pessoas que dizem ter tido contato com discos voadores ou sido abduzidas. Ele chegou a duas conclusões importantes. Primeiro, elas não são loucas, ou seja, não têm sinais de distúrbios ou patologias mentais. Segundo, muitas costumam saltar às conclusões rapidamente.

"Às vezes você vê o mesmo fenômeno, mas a interpretação sobre ele varia de acordo com a bagagem cultural e trajetória de cada pessoa que o testemunhou", ele afirma.

Divulgação / UFMS

Estádio Morenão, em Campo Grande, palco de Operário 2 x 0 Vasco em 1982
Versões

No caso do óvni do Morenão, as interpretações vão do épico ao cômico.

Gevaerd acredita que naquela noite houve uma "revoada de discos voadores no Brasil", já que, de acordo com suas investigações, naves espaciais foram avistadas em cerca de 300 localidades em vários estados brasileiros em um intervalo de tempo muito curto.

"Tratou-se de uma civilização menos discreta que veio visitar a Terra", diz ele.

Para os torcedores do Operário, o que aconteceu foi um sequestro do futebol local pelos extraterrestres.

O auge dos times sul-mato-grossenses no cenário nacional aconteceu em 1977, quando o Operário foi o terceiro colocado do Campeonato Brasileiro, perdendo na semifinal para o São Paulo no Morumbi lotado.

Em 1982, o time conquistaria seu único título internacional, um torneio amistoso contra o Bayer Leverkusen. A partir daí, só acumulou mais duas participações na primeira divisão do Nacional, nenhuma com grande destaque.

Nos últimos anos, tem vivido a dura realidade de rebaixamentos até no Campeonato Estadual, uma tragédia que pareceria história de outro mundo a quem se acostumou com um time campeão na década de 1970. 

Enquanto isso, o estádio Morenão, que costumava lotar e ser temido no resto do Brasil, está interditado desde metade do ano passado, com problemas estruturais e sem condições de uso.

"O disco voador chegou, o futebol saiu", diz um adágio muito comum no esporte local.

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Ruínas de Cidade Romana no Interior Brasil

Fonte: Dossiê do manuscrito encontrado na Biblioteca Nacional-RJ

Desde pouco depois do descobrimento oficial do Brasil por Cabral, tem sido achado com freqüência muitas inscrições em rochas. A primeira delas que se tem notícia, foi achada em1598 no atual Estado da Paraíba, e o que mais chamou a atenção era que as inscrições continham muitas letras latinas e a partir daí, muito mais inscrições foram achadas no interior do Brasil, tendo sido uma constante a presença de letras latinas e gregas, muitas formavam palavras e a sucessão destas palavras formavam frases, também foram achadas cerâmicas em estilo greco-romano e a ainda moedas romanas cunhadas por volta de 200 a.C.

Em 1938 a Imprensa Oficial do Estado do Rio de Janeiro editou um livro intitulado “Inscrições e Tradições da América Pré-Histórica” escrito por Bernardo Ramos, que passou 30 anos no interior do Brasil colhendo inscrições em rochas, sua obra consta de dois volumes em um total de 1000 páginas. A comissão que ficou encarregada pelo Instituto Histórico de Manaus de analisar a obra deu o seguinte parecer:

“Que as inscrições apresentavam entre outras, letras latinas e gregas e que a sucessão destas formavam palavras e estas em sucessão formavam frases, que as cerâmicas apresentadas pertenciam ao estilo grego e que foram reproduzidas por mão humana hábil”.

O parecer da comissão nos dá uma visão de uma possível existência em época remota de uma civilização clássica greco-romana no atual território brasileiro, mas não só inscrições, cerâmicas e moedas foram achadas no interior do Brasil, também foram encontradas muitas ruínas de antigas metrópoles romanas, a mais impressionante delas foi a achada em 1753 por um bandeirante no interior da Bahia.

Os bandeirantes encontravam-se buscando ouro e prata quando em um dado momento descobriram uma milenar cidade romana, os sertanistas atônitos a descreveram detalhadamente encaminharam seu relatório ao então vice- rei.

Tal manuscrito foi encontrado em 1838 arquivado na Biblioteca da Corte e publicado logo após na primeira revista do Instituto Histórico e Geográfico do Brasil, o IHGB, então recém-criado.

Muitas buscas foram feitas com o objetivo de se localizar a cidade, mas nenhuma logrou êxito.

Na época da descoberta, Portugal estava negociando o Tratado de Madrid no qual ficava estabelecido que quem provasse que estava de posse de terra seria seu legítimo dono.

Quando a Coroa Lusitânia soube do encontro com a velha cidade romana, tratou de imediato de ocultar o fato.

Até mesmo o comandante da Bandeira em seu manuscrito afirmava estar preocupado com a possibilidade de um companheiro denunciar a existência das ruínas e sugeria ao vice-rei que mandasse mais homens para remover todas as pedras.

O fato é que a Coroa Lusitânia nunca permitiu que qualquer informação sobre a descoberta de ruínas chegasse ao conhecimento do grande público, apagando-se então a história da colonização romana no Brasil.

O Império Romano em sua época de máxima expansão atingiu o Brasil atual graças a sua frota naval,e aqui se instalou com o objetivo de explorar as jazidas de ouro e prata, permanecendo em solo brasileiro até pouco antes da queda do império em 476 DC.

Existe um documento guardado no cofre da Biblioteca Nacional sob o nº 512, trata-se de um manuscrito confeccionado por volta de 1754 e encontrado em1838 pelo naturalista Manuel Ferreira Lagos arquivado na Livraria Pública da Corte, atual Biblioteca Nacional.

É o relatório da expedição que alcançou a velha cidade romana abandonada.

Infelizmente o relatório no início é avariado e não traz o nome do chefe da expedição.

Todos os historiadores que analisaram as bandeiras da época acreditam que este relatório possivelmente foi escrito por João da Silva Guimarães que na época era tenente-general, também conhecido como mestre-de-campo.

Contudo um outro sertanista que pôde tê-lo escrito é Antonio Lourenço da Costa, que em 1757 chegou a distrito diamantino de Tijuco em Minas Gerais e disse que passou 10 anos no interior, em uma bandeira e que esta tinha feito descobertas surpreendentes na Serra Dourada, Capitania de Goiás.

A Chegada dos Romanos ao Brasil

Segundo uma reconstituição dos fatos históricos, entre os povos da Antiguidade, três tiveram papel preponderante na história antiga do Brasil, foram os Tartessos, os Fenícios e os Romanos.

Em 1200 AC, os Fenícios fizeram uma aliança com os Tartessos com objetivos de exploração maritima e comercial.

Anos mais tarde, foram eles, os Fenícios, os primeiros a chegarem na costa brasileira e aqui resolveram fundar uma colônia, e daqui mandavam para sua terra natal grandes quantidades de ouro e prata.

Essa descoberta não passou despercebida pelo Império Romano, e a disputa pelo controle marítimo acirrou a disputa entre os dois povos, com os Fenícios fazendo de tudo para evitar a vinda dos romanos para a sua colônia.

Até 261 AC os navios romanos não eram páreos para os finicios, mas em uma jogada de mestre os filhos de Roma capturaram um navio inimigo e o aprimoraram e a partir dele formaram uma frota capaz de suplantar os rivais.

Com a derrota dos Fenícios para os Romanos na Europa, todos os documentos relativos à colônia além mar foram parar na mão do imperador de Roma, que determinou que fosse montada uma esquadra para se apoderar também dessa terra de onde os seus antigos inimigos extraiam ouro e prata.

Em 120 AC chega a costa brasileira a primeira esquadra romana e os fenicios que aqui se encontravam recuam sem condições de luta.

Suas primeiras cidades em solo brasileiro ficam localizadas nas proximidades dos grandes centros de mineração e extração de ouro e prata, as principais ficam localizadas na Chapada Diamantina na Bahia, na Serra do Caparaó, Serra do Cachimbo, Serra do Paraíma, todas nas proximidades de grandes áreas mineradoras.

Por volta de 300 d.C., as fronteiras do Império Romano começaram a ser atacadas.

Começa então o retorno das legiões romanas a Europa, por volta de 450 d.C. quase todos os romanos deixam o Brasil, preocupados em defender a própria Roma e em 476 d.C. o Império é destruído.

As colônias do Brasil ficam quase desertas permanecendo apenas mulheres e crianças e alguns líderes religiosos. Começa a ocorrer com o Brasil o mesmo que ocorre com as colônias romanas na Inglaterra, o isolamento a aculturação e a regressão as antigas culturas greco-romanas.

Por que todos nós somos privados dessas informações?

Por que somos iludidos, quando pequenos, na escola, com a história de que COLOMBO descobriu a América e Cabral o Brasil?

O que aconteceu com os romanos e fenicios que aqui ficaram?

E os seus descendentes?

Depois contaremos tb essa história, que nos é ocultada.

Fatos e Dados Comprovados

1°. – A que estilo pertencem os monumentos apresentados?
Ao estilo romano

2°. – Qual o período destes estilos?
De 50 a.C. a 400 d.C.

3°. – A que povo e a que época pertence a moeda encontrada?
Ao povo romano, cunhada entre 260 a 300 d.C.

4°. – A que estilo e povo pertencem as letras copiadas?
Ao estilo greco-ptolomáico e pertencem ao império romano

5°. – A que religião e época pertencem os símbolos religiosos achados?
Pertencem ao início da religião católica

A Busca da Cidade Abandonada

Ao tomar conhecimento do documento o Instituto Histórico e Geográfico do Brasil, incumbiu seu representante na Bahia, o cônego Benigno José de Carvalho e Cunha de localizar a cidade encontrada em 1753.

Contudo a expedição foi acometida por uma doença que assola a região e não completou o seu objetivo, Benigno teve a mesma sorte que Gabriel Soares e seu irmão tivera anteriormente, faleceu em virtude da doença adquirida.

Benigno escreveu várias cartas, contudo só foram encontradas cinco. Afirmava ele em suas cartas que tinha localizado a cidade abandonada, mas que não tinha meios de chegar até lá em virtude da doença contraída e dos perigos existentes na região, isto em 1845.

Em 1848, o Major do exército Manoel Rodrigues de Oliveira, acusou Benigno de haver deliberadamente escondido a localização da cidade e só andar em lugares opostos onde o manuscrito indicava e que Benigno tinha na realidade o propósito de se apossar do ouro e da prata existente no local.

Declarou ainda que tinha encontrado ruínas semelhantes em uma fazenda denominada Provisão a 150 km da Vila Camamu, e que as mesmas tinham fragmentos de louças finas, ruas e casas e que lá também tinham achado moedas com cunho romano e deu como testemunha o Senhor Cypriano Antonio Gusmão, juiz da Vila Belmonte.

Realmente, segundo informações da SUDENE, existe uma fazenda chamada Provisão no local indicado por Manuel Rodrigues em 1848 e que lá em qualquer lugar que se cave encontra-se fragmentos de louças e utensílios em geral de uso comum na antiguidade e fora de uso a mais de 1500 anos.

Possivelmente este local às margens do Rio de Contas, pertencente hoje ao município de Jequié na Bahia foi na época da colonização romana uma estação de parada entre a grande cidade e o porto situado onde é hoje a cidade de Belmonte, próximo a Porto Seguro.

É interessante frisar que Camamu em Tupi significa, lugar onde se guarda ou conserta barcos, seria o que chamamos hoje de porto.

Ainda no século XIX, em 1840 chegou à Bahia a fragata dinamarquesa Bellone, com os tenentes Suenson, Schultz e o botânico Kruger, encarregados de examinarem estas ruínas, mas não chegaram até ela.

O fato é que o descaso e a incúria das autoridades da época transtornou e impediu as buscas de tal forma que não se localizou a tal cidade apesar dos fortes indícios de sua localização, até mesmo o IHGB abandonou inexplicavelmente Benigno no meio do caminho colocando em perigo toda a expedição.

Há de se lamentar o descaso e abandono que o IHGB, órgão mantido pelo próprio Imperador D. Pedro II, abandonasse Benigno em sua missão.

Além desta tentativa de Benigno na Chapada Diamantina, nenhuma outra foi oficialmente realizada, ficando apenas casos de tentativas isoladas.

Impressiona a incúria e o descaso dos representantes dos órgãos científicos e das autoridades pelo patrimônio histórico-arqueológico do Brasil.

As tentativas posteriores ficaram por conta de estrangeiros tendo as autoridades brasileiras colocado toda sorte de obstáculos e recusando-se terminantemente a voltar a comentar o assunto.

Tem mais aqui: : http://74.125.45.104/search?q=cache:Wm2vrY…t=clnk&cd=7

Fonte: http://forum.portaldovt.com.br

Frei Fidélis e o Mito dos Cantores do Templo


Publicado em 30 de abr de 2015

Nesse vídeo o escritor e pesquisador André de Pierre descreve a história do misterioso Frei Fidélis, Padre Capuchino que viveu em Botucatu, no interior de São Paulo, e falava o idioma Sumério já na década de 50 do século passado. Ele defendeu a tese de que os Sumérios e outros povos do oriente estiveram na América em um passado remoto.

Fenícios, romanos, hititas, cários e outros povos da antiguidade no Brasil e América


Publicado em 14 de mai de 2015

O pesquisador André de Pierre apresenta evidências da presença de antigas civilizações orientais na América em um passado remoto. Segundo vários pesquisadores fenícios, romanos, cários e outros povos estiveram em nosso continente. Pierre também apresenta o Manuscrito 512, documento misterioso sobre ruínas romanas no interior da Bahia, e outras histórias fascinantes desconhecidas do público em geral.

domingo, 3 de maio de 2015

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Apresentação de André de Pierre


Publicado em 22 de abr de 2015
André fala um pouco sobre sua vida e conta como se tornou pesquisador de história antiga e escritor. Também conta a história do misterioso Frei Fidélis, padre que residiu no interior de São Paulo e que falava o idioma sumério na década de 50 do século passado.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Índia já teve uma civilização superior à nossa

30/01/2015 - Posted by Thoth3126

vimana-Rama
vimana-RamaRama e Sita desembarcam de seu “Vimana Pushpaka” representado em formato de um Cisne.

No antigo Mahabharata, há menção de armas de raios divinas e, mesmo algum tipo de arma hipnótica.

E também no Ramayana, há uma farta descrição de veículos aéreos chamados de Vimanas, que navegam em grandes altitudes com a ajuda de mercúrio e um grande “vento” propulsor.

Tradução, edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch

A ÍNDIA (Bharata-Arya Vata) antiga, antes mesmo do dilúvio – 10.986 a.C. – teve uma civilização com tecnologia superior à que temos hoje e provavelmente mantinha contato com extraterrestres …

http://www.bibliotecapleyades.net/ e http://www.atributetohinduism.com/

BANGALORE, 11 de outubro, 2008

A Índia pode ter tido uma civilização superior à nossa e com possíveis contatos com visitantes extraterrestres; os dispositivos de voo chamados de “Vimanas” descritos em vários antigos textos hindus podem sublinhar suas possíveis conexões com tecnologia aeroespacial que desenvolvemos hoje, um cientista italiano declarou à World Space Conference (Conferência Mundial do Espaço).

KRISHNA_DWARAKA

KRISHNA_DWARAKA
O Dr. Roberto Pinotti pediu aos delegados para examinarem em detalhe os textos hindus em vez de desconsiderarem todas as descrições e tradições sobre os Vimanas como um mero mito:

“A importância de tais estudos e investigações pode vir a ser chocante para o homem de hoje, pois a existência de aparelhos voadores além da mitologia só pode ser explicada com a existência de uma civilização superior há muito esquecida na Terra“, disse ele.

Lembrando que deuses e heróis hindus lutaram nos céus usando veículos (Vimanas de diferentes tipos e tamanhos) voadores equipados com armas terríveis. O cientista italiano, o Dr. Pinotti, disse que alguns eram semelhantes a  nossas máquinas voadoras modernas de propulsão à jato.

Os 32 segredos

Ele disse que certas descrições dos Vimanas pareciam ‘muito detalhadas e de natureza técnica para serem rotuladas como um mito”. Ele citou a existência de vários textos antigos para mostrar que havia 32 segredos relativos à operação dos Vimanas, alguns dos quais poderiam ser comparadas ao uso moderno de radar, a energia solar e fotografia.

vimana-india2
vimana-india2
Citando o “Vymanika Shastra ‘ ele disse que os dispositivos de vôo antigos da Índia eram feitos a partir de ligas especiais de metal que absorviam calor chamados por “Somaka, e Mourthwika”.

Ele disse que o texto também discute os sete tipos de espelhos e lentes instaladas a bordo dos Vimanas para fins defensivos e ofensivos. O chamado ‘Pinjula Mirror’ oferecia uma espécie de “escudo visual” impedindo que os pilotos de serem cegados por “raios do mal” e a arma “Marika” que era usada para atingir aeronaves inimigas não parece muito diferente do que nós chamamos hoje  tecnologia de raios laser”, disse ele.

De acordo com o especialista italiano, os «princípios contidos na página 1 relativos à propulsão, tanto quanto as descrições que são feitas, podem ser definidos como princípios elétricos e químicos, mas a energia solar também estava envolvida”.

Por exemplo, o ‘Tripura Vimana’ mencionado no ‘Vymanika Shastra’ era uma grande embarcação aérea operada pela “força motriz gerada pelos raios solares”, disse o Dr. Pinotti, adicionando que a ‘sua forma alongada era certamente muito mais próximo ao de um dirigível moderno’. (um Vimana no formato de um charuto?)


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Design sofisticado

De acordo com Dr. Pinotti, o enorme ‘Shakuna Vimana’ descrito no texto “pode ​​ser definido como um cruzamento entre um avião e um foguete de nossos tempos e seu design pode lembrar um ônibus espacial de hoje.” “Certamente, ele expressa o projeto aeronáutico mais complexo e sofisticado entre todas as outras descrições de Vimanas mencionados no “Vaimānika Shāstra“, disse ele.

Ele descreveu o autor do tratado “Vaimānika Śāstra” como um homem “tentando explicar uma tecnologia avançada”. O Dr. Pinotti, que fez um estudo exaustivo da antiga história da astronáutica hindu, disse que em um outro texto, o Samarangana Sutradhara tem 230 estrofes dedicados aos princípios da construção de Vimanas e seu uso na paz e na guerra.

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Ele disse que os antigos arianos habitantes da Índia sabiam o uso do elemento “fogo”, como pode ser visto a partir de suas ‘armas Astra’ que incluíram a Soposamhara (míssil de fogo), Prasvapna (o que causa o sono) e quatro tipos de armas Agni Astras que viajavam em folhas de fogo e produziam um trovão.

shakuna-vimana

Ele disse que o carro (Vimana) aéreo que deveria ir até Suryamandala (um sistema solar) e o Naksatramandala (sistema estelar) não pode ser descartado como um mito por causa da “natureza técnica” de sua descrição.

Dr. Pinotti disse que as representações de viagens espaciais, a destruição total produzida por armas incríveis e o fato de que os Vimanas se assemelhavam com os UFOs, os objetos voadores não identificados modernos gostaria de sugerir que a Índia teve uma “civilização muito superior tecnologicamente à nossa, mas que foi esquecida.

«À luz disto, nós consideramos que seria melhor examinar mais detalhadamente os textos hindus” e submeter os modelos descritivos de Vimanas a um escrutínio mais científico”, disse ele.

Jerry W. Decker, Ron Barker, Chuck Henderson – Ciências Vangard / KeelyNet


Um “VIMANA” moderno em foto feita em Cerro Gordo, Novo México, EUA, com reator de fusão (no centro) de mercúrio …
ufocerrogordojunho2006
{n.T. Excerto do post Vimanas (UFOs) existiam na Índia há milênios:

“O escritor e estudioso erudito do sânscrito Subramanyam Iyer passou muitos anos de sua vida decifrando coleções antigas de folhas de palmeira encontradas nas aldeias de sua nativa Karnataka, no sul da Índia. Um dos manuscritos em folha de palmeira que ele pretendia decifrar é o Amsu Bodhini, que, de acordo com um texto anônimo de 1931, contém informações sobre os planetas, os diferentes tipos de luz, calor, cor e campos eletromagnéticos; os métodos utilizados para a construção de máquinas capazes de atrair os raios solares e, por sua vez, de analisar e separar os componentes de energia, a possibilidade de conversar com pessoas em lugares remotos e enviar mensagens através de um cabo, e na fabricação de máquinas para o transporte de pessoas para outros planetas!”

“Os fatos não deixam de existir porque são ignorados” – Aldous Huxley

http://thoth3126.com.br/india-ja-teve-uma-civilizacao-superior-a-nossa/#more-30932

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Cidade de Luminárias (Sul de Minas)

História

A prefeitura de Luminárias contratou uma historiadora para documentar o início da formação populacional na região de Luminárias e sua importância no contexto da Estrada Real. Assim, diversos acontecimentos de relevância histórica foram trazidos à luz, entre eles as passagens dos naturalistas Spix e Von Martius por essas terras, mais precisamente na Capela de Santo Antônio, na Fazenda Fazendinha e na Serra da Pedra Branca na divisa de Luminárias com Ingaí. A partir destes estudos, comprovou-se que o início dos pequenos grupos populacionais da região se deram antes de 1750 , como comprovação podemos citar a Fazenda dos Monjolos, situada a 5Km da cidade, que existe até hoje e foi encontrada em citações de documentos de 1750. Os dois austríacos, Spix e Von Martius, chegaram ao Brasil em 1817 para as núpcias da Arquiduquesa da Áustria com o Príncipe D. Pedro e entraram na história luminarense, pois detalharam a passagem que fizeram por estas bandas.

Conta-se que Luminárias recebeu essa denominação em virtude de sua proximidade com a Serra das Luminárias, que segundo contam os mais antigos, apareciam pontos luminosos nessa serra, de origem desconhecida até hoje. Alguns dizem que eram pedras preciosas que reluziam na serra, outros que eram as águas que batiam nas pedras e refletiam e tem até mesmo os que supõem que fossem OVNIs.(http://www.serqueira.com.br/mapas/lumin.htm - Mapas Antigos, Histórias Curiosas - Celso Serqueira)

O fenômeno era conhecido desde tempos remotos, pois relatos ouvidos de índios que habitavam a região bem antes da chegada dos colonizadores, em meados dos anos 1600, consideravam as luzes como uma manifestação sobrenatural. Nativos, colonizadores, bandeirantes, milhares de tropeiros, fazendeiros e os moradores da cidade - todos testemunharam, no passar dos séculos, as mesmas estranhas luzes brilharem e se movimentarem no alto da serra durante quase toda a noite. À falta de melhor definição para aqueles fortes pontos brilhantes, os primeiros colonos diziam que "pareciam luminárias" e por isto as montanhas ficaram conhecidas como Serra das Luminárias. Quase dois séculos depois, em 1798, o povoado invocou a proteção de Nossa Senhora do Carmo, adotando o nome de Carmo das Luminárias e depois simplesmente Luminárias, como é chamada até hoje.
A cidade de Luminárias provavelmente é o caso mais antigo (séc. 16) de relatos de aparição de OVNIs no Brasil e talvez a única cidade do mundo que deve seu nome a eles.

Outra versão que existe para explicar o nome de Luminárias está ligada a festas e comemorações, mas que nao tem a mesma força entre a população, é a de que uma antiga moradora, Dona Maria José do Espírito, costumava realizar muitas festas religiosas e as mesmas eram iluminadas por luminárias feitas de papel, o que atraía a atenção de moradores de toda a região. Conta-se que as luminárias também eram utilizadas para iluminar os caminhos por onde passavam as procissões que aconteciam a noite.

A formação do núcleo populacional deu-se a partir da construção de uma pequena capela, conhecida como Igreja Velha, por Dona Maria José do Espírito em 1798, onde celebravam-se ofícios religiosos para sua família e circunvizinhança. Posteriormente, Francisco da Silva Pinto doou uma parte de um terreno próximo a capela para a construção do patrimônio da povoação, originando o que hoje é a cidade de Luminárias.

Em 1840, Luminárias foi constituída Distrito de Lavras do Funil, sobre a denominação de Carmo das Luminárias. Em 1846 o Distrito foi suprimido pela Lei. N.º288, entretanto em 31/05/1850, foi restaurado como Distrito de Lavras do Funil, pela Lei N.: 472, §4 do Artigo 20.
Em 03 de julho de 1857, através da Lei N.º:805, foi elevado à categoria de Freguesia, com a denominação de Freguesia de Nossa Senhora do Carmo das Luminárias. Em 31/12/1943, desmembrou-se do Município de Lavras e passou a Distrito de Itumirim, pelo Decreto Lei Estadual Nº.:1.058.

Teve sua emancipação política e administrativa através da Lei 336 de 27 de Dezembro de 1948, tendo como Governador o Sr. Milton Soares Campos, que nomeou como Intendente, a quem competia instalar e organizar o município, o Sr. Atanael Moura Maia, no dia 01 de Janeiro de 1949.


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domingo, 4 de janeiro de 2015

Planetário de Brasília é reinaugurado após 16 anos fechado

31/12/2014 - Agência Brasília

Planetário de Brasília é reinaugurado após 16 anos fechado
Planetário de Brasília é reinaugurado após 16 anos fechado
Foto: Mary Leal / Arquivo

BRASÍLIA (31/12/14) - O Planetário de Brasília foi reinaugurado pelo GDF após ficar 16 anos sem funcionar. O monumento passou por uma reforma que implantou tecnologia de ponta ao mesmo tempo em que resgatou parte do antigo projetor.

O antigo equipamento de projeção, o SpaceMaster, foi reformado, e um novo modelo atualizado, o Power Dome VIII, instalado. Atualmente, só existem dois modelos desse aparelho em funcionamento, ambos na Alemanha. Brasília é a primeira cidade do Brasil a ter acesso a essa tecnologia capaz de projeções multidisciplinares imersivas com efeitos tridimensionais.

A nova estrutura do planetário oferece sala de projeção, com capacidade para 108 pessoas e cúpula para exibição das imagens; biblioteca digital equipada com computadores com acesso à internet, e mobiliário adaptado, como cadeiras inclinadas para proporcionar a visualização adequada das projeções, além de três salas para reuniões e área de alimentação.

A estudante Vislaine Passos, 18 anos, celebrou bastante a reabertura do Planetário. Aluna de Engenharia Espacial da Universidade de Brasília (UnB), ela vê no lugar não somente uma opção de lazer, mas também um instrumento para pôr em prática aquilo que aprende na sala de aula. "É um incentivo à curiosidade científica, impulsiona o interesse pelo assunto de diversas maneiras, sobretudo nas crianças", disse.

sábado, 3 de janeiro de 2015

Ilha de Marajó

Existe um mistério sobre a Ilha de Marajó, em função de ali ter florescido a única cultura dita "indígena" que conhecia a escrita. Sem contar nos seus hábitos, arte, e religiosidade, distintos dos demais agrupamentos do Brasil O Triade Tumarã, da Doutrina do Vale do Amanhecer, nos esclarece:
"ATLÂNTIDA - Um verdadeiro continente, situado entre a África e as Américas, desenvolveu elevado nível de civilização, sendo submerso quando essa cultura de afastou das origens e caiu na ambição de ser maior do que a Espiritualidade, achando-se verdadeiros deuses pelo progresso científico que conseguiram obter. De pele avermelhada, migraram para a América do Norte, dando origem aos Índios Peles Vermelhas, formando as raças indígenas do Caribe e da região do Marajó, alcançando os povos do Amazonas e do Roncador."

Capitão Aza

Quem lembra do Capitão Aza ? Está aí um personagem muito vivo e marcante na história da TV, numa época em que ela tinha mais conteúdo. Com certeza um personagem inspirado pela Grande Fraternidade Branca, numa época, que o planeta corria o risco de ser destruído por armas nucleares, como ainda hoje, se não fossem as intervenções de nossos irmãos do espaço. Eu mesmo quando criança sabia que era um personagem, mas também sabia que era sincera a mensagem do nosso querido Capitão Asa. Alô Alô Sumaré, Alô Alô Intelsat !